Os Espiões do Papa

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Os Espiões do Papa: cinco séculos de espionagem em livro. 200.000 exemplares vendidos em Espanha.

Desde 1566, ano da fundação do serviço de espionagem do Vaticano, até aos nossos dias, a Santa Aliança e a sua contra-espionagem assassinaram reis, políticos e financeiros, como Henrique IV de França ou Roberto Calvi; viram-se envolvidos em revoltas e revoluções; financiaram ditadores e apoiaram golpes de Estado; criaram sociedades para cometer assassínios selectivos; traficaram armas; apoiaram grupos em conflito; ajudaram na fuga de criminosos de guerra nazis e provocaram falências bancárias e financeiras, tudo isso em nome de Deus e da fé católica por ordem do Sumo Pontífice.

«Se o Papa ordena liquidar alguém na defesa da fé, faz-se isso sem fazer perguntas. Ele é a voz de Deus e nós [a Santa Aliança] somos a mão executora». Cardeal Paluzzo Paluzzi, chefe da Santa Aliança, século XVII

É sobre os meandros do Vaticano, e mais concretamente sobre a Santa Aliança, hoje em dia conhecida como A Entidade, que trata este ensaio histórico-político, Os Espiões do Papa, fruto da investigação exaustiva de Eric Frattini sobre cinco séculos de operações encobertas do serviço de espionagem pontifício, desde Pio V até João Paulo II.

Todas as personagens e acontecimentos deste livro são reais.


Sobre Eric Frattini

Eric Frattini nasceu em 1963, em Lima, Peru.

Foi correspondente da Cadena Ser, do jornal Cinco Dias e do Canal Plus no Médio Oriente. Viveu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel), tendo entrevistado diversas personalidade, entre as quais, Yasser Arafat, Isaac Rabin, Simon Peres, Ariel Sharon, Nelson Mandela, Dalai Lama, Hosni Mubarak, Colin Powell ou Jimmy Carter.